FRENTE 2 Performance e tráfego pago

Sua mídia paga trabalhando como receita.

Operamos Meta e Google da auditoria da conta ao checkout, para a venda crescer com volume e controle.

A frente de Aceleração do Grupo HRZ é o serviço de gestão de tráfego pago (Meta Ads e Google Ads) para e-commerce e varejo que conecta o investimento em mídia direto à receita real do checkout, com segmentação por temperatura de público, produção de criativo orientada por dado e leitura de resultado fora da plataforma de anúncio.

Ver o método
Meta Ads e Google Ads Tracking integrado ao CRM Análise semanal com o cliente
R$ 4,75M investidos viraram R$ 19,78M em vendas nas contas que gerimos · ROAS médio 4,16 Dados reais de contas geridas pelo Grupo HRZ. Resultado varia por verba, nicho e oferta.
A tese da Aceleração

Verba em anúncio só vira crescimento quando o lead que entra é rastreado até a venda real e trabalhado depois. Tráfego sem operação comercial por trás não é investimento, é dinheiro queimado mais rápido.

Por isso a Aceleração não vende anúncio avulso. Ela monta o sistema: a conta diagnosticada antes de escalar, público quente separado da aquisição, criativo testado por dado e tracking que devolve a receita que entrou no caixa, não a que a plataforma credita à própria mídia.

01O problema

Tráfego tratado como subir anúncio e olhar ROAS

É a falha que mais drena verba em e-commerce, negócio local e serviço. Três erros estruturais aparecem em quase toda conta que a HRZ audita.

Público quente e frio no mesmo conjunto

Quem já conhece a marca recebe o mesmo anúncio de quem nunca ouviu falar. A oferta agressiva se desgasta no frio e o quente não recebe o que converteria. Misturar queima as duas pontas ao mesmo tempo.

Na prática: você paga mais caro pelo mesmo resultado e deixa venda fácil na mesa.

Pouco criativo, troca no feeling

Dois ou três anúncios rodando e a troca decidida pelo gosto pessoal do dono. Sem volume de teste, o criativo de menor custo nunca aparece. A variável que mais move a venda fica entregue ao instinto, e o instinto não escala.

Na prática: sem teste, você nunca descobre o anúncio que custaria metade.

A métrica da plataforma virou a verdade

A decisão de escalar nasce do número que o anúncio credita a si mesmo. A venda que a plataforma reporta e a receita que entrou no caixa não batem, e escala-se em cima do número errado, mais rápido.

Na prática: você acelera verba achando que lucra, quando o caixa não confirma a venda.
02O método

Cinco fases, do tracking ao escalar

A conta é auditada antes de qualquer verba subir. Cada fase fecha numa decisão clara, sustentada por dado, não por instinto.

1 Diagnóstico e auditoria

Auditar a conta antes de tocar na campanha

O diagnóstico começa pelo rastreamento, não pela campanha. Escalar sem tracking confiável é multiplicar verba em cima de um número que não se sabe se é verdade.

  • Pixel vinculado. Confirma o Pixel configurado e ligado à conta de anúncio certa. Sem esse vínculo, não existe rastreamento nem público retroativo para construir depois.
  • Três vínculos obrigatórios. Conta de anúncio, perfil de Instagram Business e página de Facebook. Cada um habilita um tipo de público próprio que vai sustentar a estrutura.
  • Discrepância de atribuição. Compara a venda que a plataforma credita a si com a receita real do negócio. O indicador de compras do anúncio é parcial por natureza: enxerga só o que passou pela própria mídia, nunca o caixa inteiro.
  • Histórico de investimento. Lê os últimos meses: quanto entrou de verba, quanto saiu de faturamento e qual o volume de criativo que rodou no melhor mês. O passado mostra onde está o teto.
2 Estrutura por temperatura e funil

Público quente nunca no mesmo conjunto da aquisição

O princípio que organiza toda a estrutura. Quem já conhece a marca e quem está sendo conquistado recebem campanhas diferentes, porque respondem a estímulos diferentes.

  • Janela de tracking expandida 180/90/30/7. Públicos retroativos de visitantes em 180, 90, 30 e 7 dias, mais engajados de Instagram e Facebook e visualização de vídeo por faixa de retenção. Cada janela vira um conjunto com proximidade de oferta própria.
  • Quente recebe a oferta direta. Quem já conhece a marca, base de seguidores e visitante recente recebe a oferta principal com preço ou condição especial, sem rodeio.
  • Aquisição recebe gancho primeiro. O frio recebe um gancho de conteúdo que gera desejo antes da oferta. Preço especial sozinho não move quem nunca ouviu falar da marca. O cupom de boas-vindas entra como isca de entrada.
  • Público próprio armazenado. Cada interação de WhatsApp, formulário e checkout vira segmento próprio. Isso reduz a dependência exclusiva do Pixel, lição direta das mudanças de iOS que quebraram rastreamento de mercado inteiro.
3 Fábrica de criativo

Volume de teste para encontrar o criativo de menor custo

Mais criativo não melhora a performance por si. Melhora porque dá teste suficiente para o vencedor de menor custo aparecer. Achado o vencedor, ele é modelado e replicado.

  • Produção em volume estruturado. Três roteiros, cinco ganchos cada, quinze vídeos entregues ao cliente para gravar. Quando o cliente não grava, a HRZ produz: estático pelo time de design ou vídeo gerado a partir das fotos do site com inteligência artificial.
  • Modelagem do vencedor. Achado o criativo de menor custo por compra, o caminho é replicar a estrutura que venceu, não recomeçar do zero e pagar de novo o custo de descobrir o que já se sabe.
  • Quebra de padrão. Formatos que interrompem o scroll viram referência dos próximos criativos. O criativo desenhado para um avatar segmenta melhor que apertar a segmentação no conjunto.
  • Oferta antes do criativo. Primeiro o que vender, com qual desconto, para qual público. O criativo é a embalagem da oferta, nunca o ponto de partida. Não se veta criativo por gosto pessoal do dono, só o que é claramente ruim. O resto, o dado decide.
4 Tracking como fonte da verdade

A receita que a plataforma mostra não é a receita real

A conta de retorno se faz em cima da receita que entrou no caixa, cruzada por dado. O número que a plataforma reporta é parte da história, nunca a história toda.

  • Integração com o checkout. Conecta o sistema de venda do cliente para ler a quantidade real de vendas que fechou, não apenas a parcela que o anúncio reivindica.
  • Cruzamento por UTM e por nome. O UTM mede a venda direta. Quando o nome do contato bate com a venda no CRM, o cruzamento fecha a maior parte da atribuição real, sem chute.
  • Eventos de conversão nas automações. Eventos enviados a Meta e Google direto pela automação, fechando a quebra entre o formulário do site e a venda final.
  • Custo por venda real no painel. O painel não para em avisar que investiu e não gerou lead. Ele cruza com o ambiente real do cliente e mostra o custo por venda de verdade, lado a lado entre contas.
5 Otimização contínua

Decisão por dado, em call semanal com o cliente

A otimização acontece em reunião recorrente, com ajustes ao longo da semana. O que escalar, o que pausar, o que rotacionar, sempre com o número na frente antes da decisão.

  • Custo por resultado por criativo. Caro num objetivo, testa-se trocar. Caro nos dois, elimina. Verba não fica parada onde não devolve retorno, e o custo de produção do criativo não compra sobrevida para o que não vende.
  • Fase de aprendizado calibrada. O conjunto precisa de cerca de 50 conversões na janela de 7 dias para sair do aprendizado, e cada ajuste pode reiniciar a contagem. Anúncio em aprendizado não é anúncio ruim, e a expectativa do cliente é calibrada nisso.
  • Escala controlada com backup. Orçamento sobe na melhor campanha, observa-se de 3 a 4 dias e mantém-se reserva para acelerar quando o resultado se confirma. Escala geral de uma vez não acontece aqui.
  • Rotação planejada e remate. Rotina de 5 a 10 criativos novos por semana. Criativo que vende bem não é só pausado, é substituído, senão a performance cai. Venda no site vira chamada no WhatsApp com nova oferta. O tráfego não termina no clique.
03Frameworks HRZ

Os conceitos que organizam a operação

Princípios de operação que se sustentam em qualquer conta, não táticas soltas que funcionam num mês e quebram no seguinte.

Separação obrigatória

Públicos quentes vs aquisição

Quente e aquisição nunca no mesmo conjunto: cada temperatura recebe a mensagem que converte para ela. Detalhe operacional na fase 2 do método.

Escala sem empilhar verba

Escala horizontal com backup

No teto onde o retorno cai, duplica e testa nova segmentação em vez de empilhar verba no mesmo anúncio. Reserva separada para acelerar quando o resultado confirma, e conta backup para a escala não parar num bloqueio.

Resiliência de rastreamento

Público próprio armazenado

Cada interação de WhatsApp, formulário e checkout vira segmento próprio do negócio. É o seguro de continuidade do rastreamento, lição direta das mudanças de iOS que quebraram a atribuição de mercado inteiro.

04Resultados em tráfego

O volume que a gente gere, mês após mês

Gerimos de R$ 1,1 mi a R$ 2 mi em mídia paga por mês, com ROAS consistente. Cada print abaixo é um mês real de operação, com a receita que ele devolveu, direto do gerenciador e sem maquiagem de número.

Mês 1 · E-commerce
R$ 1.558.047,03 investidos
R$ 5.252.160,11em vendas ROAS 3,37
  • 23,5 mide alcance
  • 115 mide impressões
  • 10.893compras
  • R$ 143,03por compra

Print do gerenciador de anúncios. Valor usado, conversão e ROAS da Mês 1.

Mês 2 · E-commerce
R$ 2.036.987,59 investidos
R$ 10.375.841,24em vendas ROAS 5,09
  • 19 mide alcance
  • 106 mide impressões
  • 21.507compras
  • R$ 94,71por compra

Print do gerenciador de anúncios. Valor usado, conversão e ROAS da Mês 2.

Mês 3 · E-commerce
R$ 1.158.111,45 investidos
R$ 4.157.212,10em vendas ROAS 3,59
  • 14,4 mide alcance
  • 76 mide impressões
  • 10.196compras
  • R$ 113,58por compra

Print do gerenciador de anúncios. Valor usado, conversão e ROAS da Mês 3.

Somando 3 meses de operação
  • R$ 4,75 miinvestidos
  • R$ 19,78 miem vendas
  • ~297 mide impressões
  • 42,6 milcompras

Dados reais de contas geridas pelo Grupo HRZ. Resultado varia por verba, nicho, oferta e execução; não é promessa de retorno.

05Por tipo de negócio

Negócio local, e-commerce e serviço

O sistema é o mesmo. O que muda conforme a operação é o canal, o objetivo de campanha e onde costuma estar o gargalo real.

E-commerce

Volume e oferta de produto

  • Volume de criativo é o motor: chega a rodar de 150 a 200 criativos por mês nos picos. A oferta de produto é desenhada e testada, não improvisada.
  • Público de seguidores somado a público de site retroativo. Datas comerciais organizam meses inteiros, não a semana da data.
  • Remate no WhatsApp logo após a compra. E estoque conferido antes da oferta agressiva: vender o que não há para entregar custa caro depois.

Serviço e saúde

Contato e agendamento

  • A campanha gera contato e agendamento, não compra direta. O resultado é medido por contatos por unidade, não por curtida.
  • Orçamento dividido por unidade ou região, com custo por contato comparado entre matriz e filiais lado a lado.
  • Identidade de marca e performance entram em tensão. O criativo de tráfego não segue 100% o manual: travar nisso atrasa a operação e custa venda.

Negócio local

Contato no WhatsApp

  • O padrão é o mesmo do serviço: a campanha gera contato e mensagem no WhatsApp, não venda no site.
  • O gargalo quase nunca está na campanha. Está no acompanhamento do lead que já chegou e não foi trabalhado.
  • Por isso o tráfego só recebe mais verba quando há quem atenda e um pipeline que não deixa o contato esfriar.
06O que a HRZ entrega

Entregáveis concretos

Não é apresentação de fim de mês. É operação em produção, com uma decisão tomada toda semana sobre o que escalar e o que cortar.

Gestão de campanha

Estruturação, otimização contínua e escala controlada de orçamento em Meta Ads e Google Ads, com a conta auditada antes de escalar.

Produção e rotação de criativo

Roteiros prontos para o cliente gravar, criativo do time de design e vídeo gerado das fotos do site com inteligência artificial. Rotina contínua, não rajada.

Públicos personalizados

Públicos retroativos de 180, 90, 30 e 7 dias, engajamento de Instagram e Facebook e visualização de vídeo por faixa de retenção.

Setup e auditoria de tracking

Vínculo de Pixel à conta, Instagram e Facebook, eventos de conversão e UTM de ponta a ponta, do anúncio à venda no caixa.

Painel multi-cliente

Indicadores de várias contas lado a lado, com alerta de investimento sem lead e cálculo de custo por venda real, não por venda atribuída.

Datas sazonais

Black Friday e datas comerciais com calendário reverso e estrutura de oferta. Quem aquece o público antes paga muito menos no dia do pico.

Análise semanal

Call recorrente com o cliente onde se decide, com o número na frente, o que escalar, o que pausar e o que rotacionar.

Conexão tráfego e CRM

Lead que entra vira oportunidade rastreável no CRM, com responsável definido e remate de oferta pós-compra no WhatsApp.

07Quem a HRZ já acelerou

Mais de 250 parceiros acelerados em todo o Brasil

Operações de e-commerce, varejo, saúde, educação e serviço que já passaram pela mídia paga do Grupo HRZ.

Mosaico de logotipos de parceiros do Grupo HRZ, entre eles Polishop, UseZest, Faculdade Soberana, Hospital Incar, Fisk, CentralMix, Instituto Dr. Octávio Guarçoni e Robson Feller Imóveis.

Entre os parceiros acelerados pelo Grupo HRZ estão Polishop, UseZest, Faculdade Soberana, Hospital Incar, Fisk, CentralMix, Instituto Dr. Octávio Guarçoni e Robson Feller Imóveis.

08Quem comanda essa frente

A liderança por trás da Aceleração

Hugo Silveira, co-fundador do Grupo HRZ

Hugo Silveira

Co-fundador do Grupo HRZ · especialista em tráfego pago e automação comercial

Técnico em automação industrial de formação, leva processo e dados para transformar mídia paga em receita previsível.

Conhecer Hugo Silveira
09Operação completa

Como a Aceleração se conecta com as outras três frentes

A HRZ opera quatro frentes como quatro estágios de uma máquina única. Aceleração não é vendida no balcão: ela entrega um ativo que barateia a próxima frente, e recebe um da anterior.

Estratégias Comerciais vem antes da mídia

O diagnóstico comercial precede o de tráfego. Antes de escalar verba, fica claro se o problema é o lead ou o atendimento do lead. Escalar mídia sobre um funil que não converte só queima dinheiro mais rápido.

O lead pago entra no CRM rastreado

Todo lead de campanha cai no CRM rastreado por UTM e nome do contato, com responsável e próxima ação. Sem follow-up estruturado, lead pago é verba desperdiçada, e a HRZ trata exatamente assim.

Público quente sustenta os picos de Lançamentos

O público quente construído pelo tráfego é o ativo que sustenta os picos de venda em datas e lançamentos. Chegar no pico com público frio é pagar o preço cheio da mídia justo no dia mais caro.

O tracking valida a meta

A receita real consolidada no CRM é a fonte da verdade que valida o ROAS e fecha a conta que começa pela meta de faturamento. O volume de lead que a Aceleração entrega sai dessa conta, não de um número decidido de cabeça.

A conta que começa pela meta de faturamento é o documento que costura tudo. Ela define quantos leads o tráfego precisa entregar, em que temperatura, qual cadência o CRM precisa rodar e quanto cada pico precisa vender. Sem ela, cada frente otimiza um número local que não soma no resultado do negócio.

Quer saber o que está queimando verba na sua conta?

Receba o diagnóstico da sua operação de tráfego: o público que está misturado, o criativo que falta e onde a receita real não bate com a métrica da plataforma. Uma leitura objetiva da conta, com o gargalo nomeado, antes de qualquer proposta.

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Diagnóstico de Aceleração

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